15.10.08

Um ser estranho

Deambula pela cidade debaixo do seu véu.
Espalha a saudade por entre as ruas negras,
Debaixo do iluminado,estrelado céu.
Os seu passos acompanham a solidão
Daqueles que não a têm a seu lado.
A brisa percorre a moite calma.
A lua pensativa pensa na razão,
Do porque é que ela rasga e queima!
Do porquê de abalar tanto,
Só com a sua presença,
Aquela palerma pessoa...

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