Andamos quase sempre à deriva
Num barco que parece não ter remos.
Num mar cheio de revolta,
Nas ondas da loucura onde o barco fraqueja.
A bússola nem sempre aponta para o norte...
Por vezes torna-se no sul distante.
A brisa mais suave rapidamente torna-se vento.
Não tarda num tempo próximo,a tempestade.
A tempestade que põe à prova a firmeza do frágil barco.
Será que esse barco será um navio?
Aguentará a turbulência do alto mar?
Por mais que navegue é sempre pouco...
Haverá sempre uma vez diferente das anteriores.
Papel de embrulho
Há 16 anos
